Brasil: o líder regional quer agora jogar entre as potências
Quando o presidente do Irã desembarcar por aqui na próxima semana - a primeira visita oficial de um chefe de Estado daquele país ao Brasil nos últimos 50 anos -, muita gente vai se perguntar sobre os motivos ou protestar contra o estreitamento de laços com uma das figuras mais polêmicas no cenário mundial.
Afinal, Mahmoud Ahmadinejad quer consolidar seu país como líder regional mesmo que isso implique projetos obscuros como o desenvolvimento de tecnologia nuclear, acusações de desrespeito aos direitos humanos e bravatas como o questionamento do holocausto judeu, uma forma de se capitalizar politicamente com a simpatia dos palestinos e a unidade religiosa.
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Afinal, Mahmoud Ahmadinejad quer consolidar seu país como líder regional mesmo que isso implique projetos obscuros como o desenvolvimento de tecnologia nuclear, acusações de desrespeito aos direitos humanos e bravatas como o questionamento do holocausto judeu, uma forma de se capitalizar politicamente com a simpatia dos palestinos e a unidade religiosa.
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