Administração no Governo Lula III: O Fim da Âncora Cambial
Em 2002, 40% da Dívida Interna era em Dólar e não em Real. Era a política da âncora cambial, iniciada em 1994.
Dívida interna deveria ser sempre em real, reza a boa administração financeira e o bom senso, a não ser se sua empresa é uma exportadora, o que governos não são.
Portanto, era má política financeira o Tesouro ter 40% da nossa dívida interna indexada ao dólar, a âncora cambial.
Além da dívida externa que também era totalmente em dólar, o que significava que crises externas desencadeavam também uma crise interna, tornando ambas as dívidas - interna e externa - mais difíceis de serem pagas, como de fato ocorreu no fim do primeiro mandato de FHC.
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Dívida interna deveria ser sempre em real, reza a boa administração financeira e o bom senso, a não ser se sua empresa é uma exportadora, o que governos não são.
Portanto, era má política financeira o Tesouro ter 40% da nossa dívida interna indexada ao dólar, a âncora cambial.
Além da dívida externa que também era totalmente em dólar, o que significava que crises externas desencadeavam também uma crise interna, tornando ambas as dívidas - interna e externa - mais difíceis de serem pagas, como de fato ocorreu no fim do primeiro mandato de FHC.
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