Administração no Governo Lula IV: A Conquista do Investment Grade
"Em 1986 fui trabalhar no Governo Sarney, para resolver a questão da Dívida Externa.
Resumidamente, os Ministros das Finanças da era militar haviam assinado vultosas dívidas externas com juros nominais, indeterminados, que “flutuavam” após a assinatura do contrato, a taxa LIBOR, que não é pré-determinada.
Onde deveria aparecer "O Brasil deverá pagar uma taxa pré-determinada, como 4% ou 5%", aparecia 5 letras "a taxa LIBOR da época, qualquer que ela seja".
"Qualquer que ela seja" não é um contrato que administradores financeiros normalmente assinariam, razão da nossa revolta na época. Para um administrador, é uma cláusula onde os juros são estabelecidos após a assinatura do contrato, e não antes, o que seria mais seguro."
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Resumidamente, os Ministros das Finanças da era militar haviam assinado vultosas dívidas externas com juros nominais, indeterminados, que “flutuavam” após a assinatura do contrato, a taxa LIBOR, que não é pré-determinada.
Onde deveria aparecer "O Brasil deverá pagar uma taxa pré-determinada, como 4% ou 5%", aparecia 5 letras "a taxa LIBOR da época, qualquer que ela seja".
"Qualquer que ela seja" não é um contrato que administradores financeiros normalmente assinariam, razão da nossa revolta na época. Para um administrador, é uma cláusula onde os juros são estabelecidos após a assinatura do contrato, e não antes, o que seria mais seguro."
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